7 comentários em “Operação Valquíria: a outra Face da Alemanha Nazista

  1. Gostei do post! É sempre bom termos acesso aos dois lados da moeda. E quando os temas são Alemanha Nazista, Hitler e a 2ª Guerra Mundial (entre outros também), poucas são as informações que temos deste outro lado; como em livros didáticos, séries de documentários ou livros e filmes (como você disse no começo do post) que temos acesso apenas ao lado “aliado” da história.

  2. Esse filme é um ícone de como o cinema pode contribuir na formação histórica da sociedade. Mostra um contraponto. Mostra um insurgência realmente levante dentro de um mar insandice como foi a Alemanha na era Nazista.

    Recomedo.

  3. O livro parece ser ótimo, ainda não pude ler. Eu sempre gosto de ler porcarias e livros bons assim eu nunca li.

    Sem contar que esse blog é muito bom! Adoro seus textos!!!

  4. Primoooooooo tanto vi seu blog quanto li e quanto to comentando!!!
    Nem sei o que que ce ta fazendo ai ainda que não começou a escrever um livro!!! è de família mesmo só que você escreve coisa decente kkkkk
    beijos saudade de vc mtoooo
    Ps: o seu blog ja ta nos meus favoritos!!!

  5. Eis mais um rrevés da história. Mas custo a acreditar que esses oficiais nazistas não tinham as mãos sujas de sangue, não tinham conhecemento do que o regime nazista fazia com os “inferiores”. Fato é que os líderes desse atentado eram descendentes de nobres pruscos e não estavam satisfeitos em ver um “plebeu” não germânico, liderando e sendo ovacionado pelos alemães.

  6. Ninguém esquece que a Alemanha deu ao Mundo Kant, Hegel, Marx, Nietzsche, Max Weber… e que os alemães foram considerados um dos povos mais cultos, portador da melhor educação clássica. Todavia, a alma germânica foi devorada por Adolph Hitler, com a assertiva inconcussa de que a violência adquire densidade com o acumpliciamento dos que diante dela, silenciam. Há quem diga que quando a vida está em jogo, dilui-se o espírito de solidariedade. Então, curvemo-nos e veneremos os heróis, fazendo as perguntas que não querem calar: de onde surgiram estes seres intrepidamente indômitos? Eles não pertencem à desmesurada família etiquetada espécie humana? Quando se fala em “Holocausto”, incontinenti, emerge o antissemitismo (a perseguição implacável aos judeus). Observe-se que a tentativa de volatilizar – literalmente – os judeus talmúdicos, envolveu com seus tentáculos os ciganos, marxistas, eslavos, desafetos políticos, homossexuais, maçons, culminando no paroxismo da vesânia de executar os doentes mentais. Destarte, quem não pecou por ação, tornou-se cúmplice do mesmo delito, pela omissão silente. O que se deseja é equipar a Humanidade de pensamento analítico, capacidade de ordenação metódica e dialética habilidosa, ou seja: introspecção, formação de pensadores (recusando os repetidores de informação), seres dotados de mentes livres, libertas e emancipadas, ideias arejadas e horizontes mentais largos. O Nazismo não mutilou apenas e tão somente os judeus, mas a nossa espécie. E, ela, é formada por judeus, muçulmanos, europeus, asiáticos… a Humanidade tem que se prevenir contra a entronização de novos ditadores. É fácil repelir políticos psicopatas durante a brisa suave, mas numa histeria socioeconômica quem possui espírito crítico para encará-los? O paroxismo da crueldade nazista é o grande tema para despertar de eventual anestesiamento cada mulher, cada homem, cada idoso, cada jovem. Muitos silenciaram e, depois, ousaram pedir perdão. Quem pode concedê-lo são unicamente os mortos, porém, eles trasladam a impossibilidade de serem novamente alcançados pela… VIDA! (Carlyle Cláudio Pereira – escritor – Barra Velha – SC – 15 DEZ 2O12 – 1Oh1Om).

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